17 de dezembro de 2012

Arvore Natal

A árvore de Natal é uma das mais populares tradições associadas com a celebração do Natal. É normalmente uma árvore conífera de folhas perenes, ou uma árvore artificial. É costume enfeitá-la com bolas coloridas e outros adornos natalinos.

Civilizações antigas que habitaram os continentes europeu e asiático no terceiro milênio antes de Cristo já consideravam as árvores como um símbolo divino. Eles as cultuavam e realizavam festivais em seu favor. Essas crenças ligavam as árvores a entidades imaginárias, mitológicas. Sua projeção vertical desde as raízes fincadas no solo, marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra.



Entre os egípcios, o cedro se associava a Osíris. Os gregos ligavam o loureiro a Apolo, o abeto a Átis, a azinheira a Zeus. Os germânicos colocavam presente para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.

Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos.

No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado que os locais adoravam no alto de um monte. Como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal.[1].

Há outras versões, porém, a moderna árvore de natal teria realmente surgido na Alemanha entre os século XVI e XVIII. Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina.

Atualmente essa tradição é comum a católicos, protestantes e ortodoxos. Algumas famílias judias da América do Norte adotaram o arbusto do Chanucá (festa judaica comemorada próxima ao natal), numa espécie de sincretismo com a árvore de natal cristã.


Os Enfeites

Os enfeites alegorizam virtudes, poderes e forças espirituais que devem triunfar dentro de nós, e também dentro da casa onde está a Árvore. Vejamos os principais enfeites-símbolos:

1. Os 3 Sininhos: Simbolizam a Santíssima Trindade, as três Forças Primárias do Cosmos;

2. Os 7 Anjinhos: Representam os 7 Espíritos Angélicos Santificados, que estão diante de Deus intercedendo por todos nós;

3. As 12 Bolas: Podem ser mais, obviamente, mas as maiores devem ser ao todo 12, e este número representa as 12 Leis Crísticas, os 12 Salvadores e os 12 Cavaleiros da Távola Redonda, que nos protegem de todo o mal para algum dia encontrarmos as 12 Verdades de Cristo;


4. As 7 Bengalinhas: Simbolizam as 7 Kundalinis que devemos trabalhar para algum dia encarnarmos nosso Poderes que Divinizam;

5. Os Enfeites: Ao pé da Árvore, representam todas as virtudes que queremos alcançar em nossa vida espiritual; podem ser pequenas caixinhas, elas representam essas virtudes e podem ser de cores variadas.


http://roulets.blogspot.com

Dezembro

5 Dias para o Natal





Los Hermanos

"Sobre estar só, eu sei."
by Los Hermanos

O Castelo Animado


As coisas estão dando voltas e voltas na minha cabeça, ou talvez a minha cabeça está dando voltas e voltas nas coisas."
by O Castelo Animado

Los Hermanos


E o olhar que eu guardo na lembrança
Ainda traz a esperança
de te ter ao meu ladinho numa próxima estação."
by Los Hermanos

O seu sorriso

Zeca Baleiro


Te dou um céu

cheio de estrelas.
Feitas com caneta bic
num papel de pão."
by Zeca Baleiro

Tati Bernardi




Tati Bernardi 

14 de dezembro de 2012

Luís de Camões

Foto: Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê; 
Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luís de Camões
Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê; 
Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luís de Camões

Luís de Camões

Foto: #AMO <3
Verdes são os campos

Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.

Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.

Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
Luís de Camões
#AMO ♥
Verdes são os campos

Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.

Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.

Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
Luís de Camões

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Neilla Albertina



"Tem muito de mim em voce
apesar de eu nunca ter feito nada"


10 de dezembro de 2012

Cabaré dos Palhaços

Em Cabaré dos Palhaços, a idéia é aproximar os artistas da cidade e fazer do espetáculo uma troca de experiências. A variedade de “números” é uma virtude do espetáculo, com várias manifestações em uma única apresentação: circo, dança, música, stand-up, teatro, e é claro muita Palhaçada.   

Concerto em Ri Maior


Wilson Chevchenco é um Palhaço músico e maestro russo, e Sarrafo é seu fiel amigo e tradutor. Juntos eles apresentam um Concerto misturando música, dança, e malabarismo. Espetáculo indicado para todas as idades, que explora a interação com a platéia.  

Dia do palhaço




 10 de Dezembro Dia do Palhaço

Tenho orgulho de ter nascido nesse dia!!*---*

28 de novembro de 2012

Roberto Freire

Vamos brincar de imaginar um mundo diferente?
As pessoas deixam de ser coisas e passam a ser gente!

Roberto Freire

Charles Bukowski


Gostava mais quando conseguia imaginar grandeza nos outros, mesmo que nem sempre houvesse.
Charles Bukowski

Roger Von Oech


Descobrir consiste em olhar para o que todo mundo está vendo e pensar uma coisa diferente.
Roger Von Oech

Luis Fernando Veríssimo



Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.
Luis Fernando Veríssimo

Los Hermanos

Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor.
Los Hermanos

Manoel de Barros

Sou hoje um caçador de achadouros da infância. 
Vou meio dementado e enxada às costas cavar no meu quintal vestígios dos meninos que fomos.

Manoel de Barros

Fernando Pessoa

Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem; cada um como é.
Fernando Pessoa

Kid Abelha

Ja conheci muita gente
gostei de alguns garotos
mas depois de voce 
os outros sao o outros.

Kid Abelha

Paulo Leminski



quando eu vi você
tive uma idéia brilhante
foi como se eu olhasse
de dentro de um diamante
e meu olho ganhasse
mil faces num só instante
basta um instante
e você tem amor bastante
Paulo Leminski

22 de novembro de 2012

Friedrich Nietzsche

A música oferece às paixões o meio de obter prazer delas.

Dia do músico

Dia do Musico 
22 de novembro
Parabéns !!

Pablo Neruda


"Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo."
Pablo Neruda

Cazuza


"Mas não faz mal,
eu morro
mas eu morro amando."
Cazuza  

Chico Buarque



"Saudade engole a gente, menina."
Chico Buarque.

Noel Rosa


"Cabe à tua ingratidão, 
tu cavaste a minha dor.
(…)
Teu silêncio absoluto
Obrigou-me a confessar
Que o meu samba está de luto.
Meu violão vai soluçar
Luto preto é vaidade
Neste funeral de amor
O meu luto é saudade
E saudade não tem cor."
Noel Rosa, Silêncio de Um Minuto.  

Chico Buarque


"O que será ser sua sem você?
Como será ser nua em noite de luar?
Ser aluada, louca
Até você voltar
Pra quê?
O que será ser só
Quando outro dia amanhecer?
Será recomeçar?
Será ser livre sem querer?
Quem vai secar meu pranto?
Eu gosto tanto de você."
Chico Buarque.  

Frases *---*


"Ela andava alegre, enquanto eu chorava todas as noites."
Machado de Assis 

"Acredito que lágrima
não provém de choros,
mas de algo além
de um coro de sussurros,
lágrimas são as mostras
de exatidão da fragilidade
de um ser mundano,
humano tolo."
Coágulo 
"Ali na esquina do sonho com a razão, no centro do peito, no largo da ilusão."
Marisa Monte; Cantinho escondido
"Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim, que nada nesse mundo levará você de mim. Eu sei e você sabe que a distância não existe, e que todo o grande amor só é bem grande se for triste. Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer, porque todos os caminhos me encaminham pra você."
Tom Jobim
"Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som."
Tem certas coisas que eu não sei dizer, Lulu Santos. 
"Eu quero ligar pra você e subitamente desligar o telefone
Só pra sentir aqueles ventos fortes acontecendo dentro de mim."
(Mallu Magalhães
"Meu quarto. A melhor coisa que havia ali era a cama. Gostava de ficar deitado por horas, mesmo durante o dia, com as cobertas puxadas até o queixo. Era bom ficar ali, nada acontecia por ali, nenhuma pessoa, nada."
Bukowski, Misto Quente.







Gabriela Santarosa


"Perdoe-me as meias palavras, os olhares desviados, a porta entreaberta. Veja bem, é seu amor que corre em minhas veias, mas é o medo que controla meus movimentos. Fico então com essa vontade de pular em teus braços, reprimida pelo medo que me impede de entregar-me à ti. E ficamos assim, diálogos cortados, amor incompleto. O meio-termo não permitindo que nossas metades se completem."
Gabriela Santarosa

Gabriela Santarosa

Partida



Este bilhete, carta, ou seja lá como queira chamar um pedaço de papel rabiscado, contém em cada linha vazia toda a dor que jorra do meu peito. Eu poderia te escrever sobre as entranhas rasgadas, o sangue escorrido no carpete, o choro desesperado de minhas artérias. Mas meus dedos se negam a frieza. Minhas palavras se recusam à desistência. Eu poderia inventar neste papel histórias mirabolantes, dizer casualmente e impessoalmente que sua chegada não me causa taquicardia. Deixaria o papel dobrado em cima de sua mesa e partiria sem deixar nada para trás além de um coração doído.
Havia lido em algum lugar que era chegadas e partidas. Pois isso é o que sempre fui. Sentia-me uma estação. Talvez algo menor, um ponto de ônibus. Eu não marcava ninguém, mas todos que passavam deixavam suas pegadas dentro de mim. Tua diferença é que não partiu inteiramente como todos os outros. Tu vens, e me marca, rasga, parte ao meio. E vais embora. Eu quis te marcar, cravar-me em tua pele e perder-me em teu furacão. Mas não me permites. Tu me atira ao chão e foge dos meus afagos. Nega meu afeto com um aperto de mão que mais parece uma adaga nas vísceras. 
Perdoe-me por não ser poeta nestas mal traçadas linhas repletas de pesar. Pesar de tristeza, de peso, de todos os significados que contém nas palavras e entrelinhas. Eu não sei falar sobre o escarro. Enfiar o dedo na garganta e vomitar gosma verde com toda a crueldade da alma. Não fui feita para fazer um buraco no peito e espremer o coração até esvair a última gota de sonho. No fundo, não passo de uma filha da puta que procura a beleza em todas as rachaduras. Eu engulo tristezas e guardo-as numa espécie de caixa de Pandora dentro do peito. Por vezes, tranco-me no quarto e faço da solidão minha companhia, mas não as deixo fugir. E não serás tu que libertará toda a crueldade com gosto de fel que a vida me obrigara a mastigar. 
Eu não falo sobre o amor por ele estar implícito em tanto sofrer. Não escrevo que te amo pois sabes que meu coração bate junto do teu. Não ponho nesta carta teu nome ao lado da palavra carinho pois senão rasgarei estas palavras e te esperarei entre as poesias que dividimos em silêncio. Deveria ter apenas dito-lhe um adeus somado ao não-me-procure jamais. Avisá-lo como mulher adulta, mas tu bem sabes minha alma de menina. Derreto entre murmúrios e estendo esta carta para que apareça na porta à tempo de me impedir.
Essa não é uma carta de despedida, ouso admitir. É um desabafo desesperado para que você, por favor, jamais desista de mim. Irromperei por esta porta e esperarei que corra pela rua até que me encontre e me arraste com você perguntando o que diabos eu tenho na cabeça, enquanto engulo a vontade de chorar aliviada por ter me buscado. Só quis causar-lhe o medo que tenho todas as manhãs quando me vejo sem você e pergunto-me se voltará até o anoitecer. Vais nomear-me louca, disso não tenho a menor dúvida. Talvez até pense realmente em deixar-me. Mas não o fará. Estás tão enredado em minhas teias quanto eu nas tuas.
Peço desde já perdão, meu amor, por tamanha prova à tua sanidade. 
Não te esqueças: O pulsar do coração se acelera quando a chegada se aproxima.
Te espero às 19h em ponto para o jantar.
Gabriela Santarosa

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